 |
 |
Ilha Grande ganha um guia para ser trilhada |
 |
|
|
 |
|
|
| Camping Consciente |
 |
 |
|
A primeira providência é ter todas as informações possíveis do lugar que pretendemos conhecer. Pesquise no site, pois ele é completo.
Comece pelo acesso aos barcos, os locais de embarque e os horários. Em seguida pesquise as pousadas e os campings das praias em que você pretende ficar. Em algumas praias, como as do Leste e do Sul, por tratar-se de uma Reserva Biológica é proibida a permanência de pessoas não autorizadas pela FEEMA. Assim como no Aventureiro, que é necessário ter uma licença da Prefeitura de Angra dos Reis para curtir aquele paraíso. Dessa forma, com todas as informações possíveis você estará mais familiarizado com o lugar, mas nem por isso estará livre de encontrar dificuldades.
|
|
|
|
Apesar do romantismo inicial há o outro lado da questão – o preparo que é necessário para cumprirmos todo o percurso. Por mais simples que seja uma caminhada, sempre estaremos expostos a algum tipo de perigo. Um tombo hilário pode provocar fraturas e luxações que exigirão ajuda qualificada. Assim como suportar uma tempestade e não vir a morrer por hipotermia depois de ficar horas molhado perdendo calor corporal acima do limite.
Na Ilha Grande é proibida a prática do camping selvagem. Inúmeros são os casos de campistas desterrados por policiais da Brigada Florestal.
|
A manutenção e a continuidade das praias e trilhas limpas não dependem de um mutirão de pessoas. Se cada um cuidasse de seu próprio lixo, não sobraria um único papel de bala entre a relva. Cabe a cada um, individualmente, provocar o mínimo impacto possível à natureza. Você tem o dever de denunciar à Brigada Florestal esses agressores e, dentro do possível, chamar a atenção para o grave erro que eles estão cometendo.
Acampe somente nas praias que possuem campings autorizados para que, assim, você não corra o risco de ver o sol nascer quadrado.
|
|
|
|
É muito fácil reclamarmos da falta de limpeza, mas não ligamos para aqueles que sujam as praias, ruas e trilhas. A maior sujeira quem as faz somos nós, visitantes, que muitas das vezes esquecemos onde deixamos o copo descartável da cerveja, a garrafinha d’água, entre tantas outras coisas descartáveis que, se tivéssemos um pouco mais de consciência, não relutaríamos em guardar na mochila até encontrar um lugar apropriado para dispensá-los.
|
|
Para os que pretendem aventuras mais radicais, caminhando longos percursos e acampando em praias diferentes, dependendo do percurso escolhido, pode ocorrer algum tipo de contratempo, provocando atrasos e forçando o caminhante a um pernoite de emergência em alguma praia deserta ou mesmo na trilha. Nestes casos, procure por locais planos, sem mato, galhos, pedras ou troncos apodrecidos. Caso não disponha de um local melhor e tenha de fazer uma limpeza, tome cuidado com o que possa estar escondido ou camuflado no chão. Em tocas e montes de gravetos, costumam morar aranhas e serpentes nada amistosas, como as caranguejeiras e as corais.
|
|
|
|
Provoque o mínimo impacto possível e, ao levantar acampamento, procure não deixar vestígio de sua presença. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, estudos demonstram que a grande maioria das agressões causadas em áreas protegidas é decorrente do desconhecimento das atitudes e comportamentos especiais necessários à visita e que a minoria dessas agressões é causada intencionalmente ou configuram atos de vandalismo.
|
|
|
|