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Ilha Grande ganha um guia para ser trilhada |
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Todo o território da Ilha Grande é preservado pela Área de Proteção Ambiental estadual de Tamoios. As construções só são permitidas em algumas zonas, mas, antes de chegar à ilha, o visitante enxerga um mar de ocupações irregulares em encostas, terrenos acima de 40 metros, costões rochosos e praias, todas áreas protegidas.
Um levantamento da prefeitura de Angra dos Reis revela que 64% da ocupação da ilha são ilegais, das 1.225 residências 792 estão irregulares.
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No levantamento, 13 praias da ilha aparecem com ocupações irregulares. O maior número de ilegalidades está na Vila do Abraão, com 320 das 620 casas existentes fora da lei. Em algumas comunidades de caiçaras, todos os imóveis estão sem documentação. Mas, nesses casos, o município vai se esforçar para regularizar a situação.
Na comunidade existente em Provetá, por exemplo, há servidões construídas no costão de pedra, que levam a casas em áreas acima de 40 metros onde a Mata Atlântica foi derrubada.
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Na Semana Santa as ações do Angra Legal se intensificaram ainda mais e a equipe que percorreu as ilhas , no sábado, 15 abril 2006, encontrou várias obras irregulares em poucas horas de percurso pela Baía da Ilha Grande. Uma delas foi na Praia do Iguassu. Uma cerca de madeira foi construída ao longo da faixa de areia por cerca de 200 metros de extensão. No local há uma construção legalizada. Mas a cerca que é amparada por um muro de pedras baixo, não.
Essa prática é considerada como crime ambiental, e por isso, inafiançável. Os proprietários receberam prazo de 15 dias para retirar a cerca. A equipe ainda mandou que fosse retirada uma placa presa a uma corrente, onde dizia “propriedade particular” que fechava a saída do deque para a praia.
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Na Praia de Lopes Mendes, uma das mais bonitas da região, e também a de mais difícil acesso, os fiscais da secretaria encontraram duas casas reformadas e uma em fase de acabamento da obra. Os proprietários foram notificados das irregularidades, já que aquela área é de preservação permanente.
Essas são ações permanentes em todo o município, e que são intensificadas durante os feriados prolongados. Durante as ações, cada órgão tem atuação efetiva dentro de suas áreas. A Prefeitura disponibilizou para esses dias um helicóptero e três lanchas. A Secretaria de Meio Ambiente, tem na Vila do Abraão uma base com três fiscais, de Urbanismo e Postura. E ainda recebe apoio de outras secretarias com 12 funcionários.
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Fonte: Prefeitura de Angra - www.angra.rj.gov.br
Jornal O Globo - www.oglobo.globo.com
Fotos : www.ilhagrande.org
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Felipe de Oliveira Soares  Guarapari - ES 21/10/2007 |  Já fui a Ilha Grande varias vezes e sou completamente a favor do turismo ecologicamente correto, se vamos a um lugar como esse temos o dever de preserva-lo e protege-lo e as pessoas que não sabem ou não conseguem frequentar lugares assim devem mesmo ficar em casa!! | Josué Matias  São Paulo 06/07/2007 |  Olha eu concordo com o que esta descrito pelo amigo... É uma falta de vergonha na cara desses que primeiro destroem as casas dos nativos... E os peixes grandes que nunca são pegos... Tudo é proibido pra quem não tem nada e quem tem "grana" faz o que quer e até degrada uma pedra e poe a água da caixoeira na sua casa...
O povo do comércio e pousadas... Fazem o que bem entendem e não tem preço fixo... Todo feriado os preços disparam na Ilha e quem trabalha na Ilha ou mora nessas pousadas, sofrem com isso pagando taxas de diarias que são cobrados nas pousadas e hoteis do Rio de Janeiro para Fim de Ano e Carnaval... É um absurdo!!!
Todo mundo deveria boicotar o comércio da Ilha e dizer não aos preços altos e descontrolados... Eu morei na Ilha.... Todo mundo tem a mentalidade de encher os bolsos de dinheiro para sobreviver a baixa estação que espanta muita gente de ir na Ilha...
Vamos arrumar essas bagunças... Caso contrario sempre vai ter tópicos assim aqui....
Abraços | sergiomarini  www.ig.com.br 12/01/2007 | Engraçado que para estas questões, continuo sem resposta... Porque será ? Simples... Estamos em um pais em que as leis e a ordem só servem para os que não têm dinheiro... Para os "poderosos" tudo é possível... As tais forças tarefa, operações "Angra Legal" e todos estas ações teatrais, são simplesmente para afastar os indesejáveis "turistas de baixa renda"... Gostaria de ver um helicóptero descendo na praia do Morcego para intimar o "ilustríssimo propietário" a deixar a "ralé" entrar... Ou demolir casas construidas irregularmente no acesso à praia da Camiranga... Ou liberar a passagem alternativa para Lopes Mendes... E por ai vai... Enquanto continuarmos a pensar individualmente (acima do coletivo) continuaremos a ser esta "república das bananas" e ficaremos sempre décadas defasados dos paises mais avançados, onde o turismo é incentivado e não proibido. | Sérgiomarini  www.ig.com.br 26/12/2006 | Porque esta "força tarefa" não vai nas praias onde os mais ricos também estão cometendo crimes ambientais impunemente? Por exemplo as praias do Morcego (fechada para a ralé!), Camiranga (Trilha secular desviada para atender o interesse de dois grandes "propietários"), Aroeira (Passagem alternativa para Lopes Mendes fechada e trilha desviada por dentro de mata atlântica), só para citar alguns exemplos... Porque será? | jan svorc  Angr dos Reis 23/09/2006 | Quanto ao trabalho desenvovido na ilha grande, estou agradecido como cidadão angrense.Mas, gostaria que a força tarefa ,pudesse ser mais enérgica quanto a execução de leis ambientais em referência aos nossos manguezais. Como de grande exemplo no Bracui ,mais precisamente no longo do rio Imbú chamado de cansado do bracui. Há muitas construções totalmente no leito do mange, uso de embarcações em um local de reprodução de fauna e flora marinha.
Desde já agradeço a atenção e aguardo resposta.
| Associação PINAUNA de Boipeba  Boipeba 17/07/2006 |  Fico muito feliz de ver que em Ilha Grande as pessoas e os órgãos tem tido iniciativas no sentido de preservar o meio ambiente natural. Sei que os problemas são muitos e que demanda tempo, estratégias e dinheiro para solucíoná-los e acima de tudo, vontade política.
Vivemos aqui na Ilha de Boipeba (APA), passamos por processos semelhantes, porém ainda com pouco apoio dos órgãos fiscais. Infelizmente muita ilegalidade acontece.
Escrevo para trocar informações e para saber como é resolvida a questão do transporte aí na ilha. Por aqui temos tratores que destroem vias e praias e estamos querendo dar um basta nesse tipo de veículo, mas, para tanto, estamos pesquisando alternativas para essa difícil questão.
Obrigada pela atenção,
bom trabalho
Associação PINAUNA de Boipeba
Karina Novoa- Sec. executiva | Sérgio Marini 
16/07/2006 | Gostaria de saber o que aconteceu com a construção na chegada da praia de Camiranga. Foi desviada a trilha que existia para outro trecho e foram construídas várias casas onde era a trilha. Ficou por isso mesmo? E a presença de portão e guardas proibindo a entrada na praia do Morcego? Continua fechada para nós "pobres mortais"?. E alguém sabe da proibição de passar pela estrada que leva a praia de Lopes Mendes saindo da praia da Aroeiras? Estive lá um tempo atrás e fui recebido por um senhor que dizia que passar não podia mais e que por benevolência iria nos deixar ficar na praia. Aliás descobri depois que foi aberta uma trilha auxiliar, para quem quiser ir para o Farol dos Castelhanos, através da mata protegida. Aconteceu alguma coisa? Aqui as pessoas só pensam em si mesmo esquecendo que a Ilha Grande é um patrimônio de TODOS.
ilhagrande.org : LAMENTÁVEL !
Lei 7.661/88 Art. 10 - As praias são bens públicos de uso comum do povo, sendo assegurado, sempre, livre e franco acesso a elas e ao mar, em qualquer direção e sentido, ressalvados os trechos considerados de interesse de segurança nacional ou incluídos em áreas protegidas por legislação especifica.
Não será permetida urbanização ou qualquer forma de utilização do solo na Zona Costeira que impeça ou difficulte o acesso assegurado no caput deste artigo. | Adir Coelho de Carvalho  Abraão 06/05/2006 | São tantas ocupações irregulares, que fica até difícil iniciar, vamos começar pelo comércio, que é o ponto principal de tudo que está acontecendo hoje na I.Grande, reclamam de tudo e de todos, só com um objetivo, encher os bolsos de dinheiro, colocam cadeiras no meio das ruas, colocam coberturas excedendo o espasso limitado, tomando o direito do pedestre circular, o preço não tem controle, cada um cobra o que quer, mas implicam com o pobre do camelô, que tenta ganhar algum trocado para sobrevivencia, e a prefeitura é precionada por esses grupos de comerciantes e pousadeiros, para proibirem de estar aqui ou alí, mas as posturas municipais não sabem nem o que é, a fiscalização sanitária nunca ví na Ilha. Agora ocupação irregular, eu só ví fiscalizarem pobres e analfabetos, porque o Exmº Sr. Ex Prefeito do Rio de Janeiro Israel Krabim, tem uma praia particular, com sua sala esculpida dentro de uma pedra qual passa uma caixoeira dentro da sala, isso não é irregular e não depedra o meio ambiente, e outros magnatas como o falecido contraventor Castor de Andrade, e outras mansões que nem se comenta, mas o pobre do nativo que faz um barraco de pau a pique, esse sim é molhe de derrubar, comece arrumando a casa dos tubarões primeiro, depois sim a dos peixes pequenos, bater no fraco é muito fácil, enfrentar o forte e que são os problemas. Obrigado por esse espasso, espero que tenha colaborado.
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