“Saveiro partiu de noite, foi madrugada, não voltou. O marinheiro bonito, sereia do mar levou. É doce morrer no mar...”.
Os versos do cantor e poeta Dorival Caymmi soam nostálgicos para os amantes dessas embarcações charmosas que tanto contribuíram para a história do Brasil.
Eles ainda dão o "ar da graça" nos passeios e translados do continente para a Ilha Grande e insistem em sobreviver num mundo onde a rapidez e a tecnologia ganham cada vez mais espaço.
Mesmo em época de transmissão via-satélite e de TV digital, navegam majestosos nas águas límpidas azuis-esverdeadas da Baía da Ilha Grande.
Imponente e de cabeça erguida, o saveiro mantém a sua história, a sua cultura e alegram turistas do mundo inteiro que aportam neste pedaço do paraíso chamado Ilha Grande.