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| Mata Atlântica na Ilha Grande |
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A Mata Atlântica é uma formação vegetal tipicamente brasileira.
Acompanhava o litoral do país do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte (regiões meridional e nordeste). Nas regiões Sul e Sudeste chegava até Argentina e Paraguai.
Em função do desmatamento, principalmente a partir do século XX, encontra-se hoje extremamente reduzida, sendo uma das florestas tropicais mais ameaçadas do globo. Apesar de reduzida a poucos fragmentos, na sua maioria descontínuos, a biodiversidade de seu ecossistema é uma dos maiores do planeta. Cobria importantes trechos de serras e escarpas do Planalto Brasileiro, e era contínua com a Floresta Amazônica.
Foi a segunda maior floresta tropical em ocorrência e importância na América do Sul, em especial no Brasil.
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A Ilha Grande, constitucionalmente, é considerada um patrimônio nacional. Isso por duas razões: possui uma vegetação constituída pela Mata Atlântica e está localizada na chamada Zona Costeira. Por essas duas situações geográficas já podemos ter consciência da grande diversidade biológica que existe em seu ecossistema: uma área insular constituída por florestas, costões, praias, rios, lagoas, restingas, manguezais etc., sem mencionar ainda a variedade de sua fauna. Este pequeno quadro ambiental apresentado da Ilha Grande evidencia a importância que é conservar sua vida natural.
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No passado, a Mata Atlântica era um tapete verde que cobria quase toda a faixa litorânea brasileira, começando no Rio Grande do Norte, passando pelos estados do Nordeste - exceto Maranhão, Piauí e Ceará - depois Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, chegando até o Rio Grande do Sul, o que era equivalente a 1,3 milhões de quilômetros quadrados, ou seja, 15% do território nacional.
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Os projetos implementados na Ilha Grande crescem gradativamente. Em 1998, a Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) inaugurou o Centro de Estudos Ambientais e Desenvolvimento Sustentável (Ceads), que desenvolve investigações científicas e tecnológicas, ensino para alunos de graduação e pós-graduação e atividades de extensão.
Os projetos estão distribuídos por diversas áreas de conhecimento, como antropologia, botânica, ecologia, educação ambiental, educação em saúde, engenharia de pesca, farmacologia, geociências, nutrição, oceanografia, sociologia e zoologia. Nos últimos seis anos, foram gerados cerca de duzentos trabalhos científicos e tecnológicos, entre monografias, dissertações, teses, artigos, livros e protótipos.
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Hoje, a cada ano, novas propriedades curativas das plantas são descobertas ou confirmadas e a Mata Atlântica, por sua diversidade de espécies, é fonte de pesquisas constantes da farmacologia. No Brasil, tradicionalmente não se investe em pesquisas ciêntificas, mas existe ainda a utilização dos diversos tipos de ervas no preparo de chás, xaropes e espectorantes comumente receitados por curandeiros, pagés, xamãs e sacerdotes nas antigas culturas, têm resistido à passagem do tempo e ao advento dos grandes laboratórios.
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Ronald Goulart  Nilópolis - RJ 07/02/2010 | Isso mesmo, dia a´pós dia a ciência vem comprovando a eficácia das receitas das nossas avós. A mata Atlântica é nada mais nada menos que a maior fonte de biodiversidade do Planeta, isso por conta das camadas do relevo que formam a mata atlântica. As diferentes altitudes e os seus entremeios que ficam entre a serra e o mar, dão o toque de diversidade, tanto de falna quanto de flora no Brasil. A mata recebe esse nome por que é banhada pelo oceano atlântico e a própria floresta amazônica é uma faixa de formação da floresta atlântica. Cada trexo das matas brasileiras tem características particuláres dentro do contexto onde se encontra. Restingas, mângues, campos, serras, serrados, enfim, todos esses ambientes são pedaços da mata atlântica. Hoje existe um grande problema relacionado com a degeneração das espécies, tanto florais quanto falnais da mata atlântica, isso por conta do grande espaço existente entre os nichos de mata encontrado no pais, o que contribui para a consanguinidade das espécies que não podem ter acesso a outras famílias e estabelecer misturas que evitem a consanguinidade. Existem projetos governamentais que pretendem criar um mozaico que permita a união entre esses nichos de mata atlântica, favorecendo as trocas entre as espécies. Bem, agradeço pelo belo site, um abraço. | gabriel carvalho  macae 01/12/2009 |  que legal | Diiogo :9 ' 
26/11/2009 | Como  nãao sabia qe haviia tantaas espécies na mataa atlântica
Caraaca | Digão  São Paulo 03/11/2009 | é gente se a gente não cuidar da mata atlântica ela vai desaparecer do mapa... | joselito  sao bernado do campo sp. 03/10/2009 | quando peceberem a importancia da mata pode ser tardi demais vamos ter consiencia antes .
| Glória  são gonçalo 24/09/2009 | Se continuarmos BENEVOLENTES com os retirantes que vem aventurar a vida no Estado do RJ e buscam seus familiares para se instalarem nas encostas florestais do Estado, essa beleza vaiu ficar todinha e igualzinha a Rocinha e outras.
Enquanto os bobos que moram distante dos grandes centros e bairros, pegam 2 ou 3 conduções para chegar em casa, ruas sem asfalto, sem internet gratis, vão pagando impostos e chorando o leite derramado........REMOÇÃO TOTAL E IRRESTRITA DAS FAVELAS,Sociologicamente chamadas de COMUNIDADE. | brenda cunha  cariacica-e.santo 29/06/2009 |  eu acho muito interessante essas pesquisas sobre a mata-atlantica me ajuda muito nos trabalho de escolas . | Jheniffer da cunha soares  Taubaté 21/06/2009 |  Eu acho a mata atlântica tão bonita pra que ficar destruindo ela temos que ser conçientes vamos ajuda-la | tay 
09/06/2009 | | MIGUEL  PE 28/05/2009 | Devemos cuidar do que é nosso da  ver tudo isso ser destruido. | carol  rj 28/05/2009 | | mariana  nao sei 25/05/2009 | |
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