logo1 ilha grande spazio
menu1 ilha grandeIlha Grande - A segunda das Sete Maravilhas do Rio de Janeiro. spazio
menu2 ilha grande spazio
colpr ilha grande
lmenu1
spazio spazio
- BUSCA NO SITE
- Página Principal
lmenu4
lmenu ilha grande
spazio Ilha Grande spazio
- Horários das Barcas
- Informações Úteis
- Previsões do Tempo
- Como Chegar
- Pousadas
- Campings
- Casas e Suítes
- Restaurantes
- Praias Ilha Grande
- Trilhas da Ilha
- Vila do Abraão
- Mapas da Ilha
- Taxa Preservação
- História Ilha Grande - Sete Maravilhas
lmenu4
lmenu ilha grande
spazio Ilha Grande Fotos spazio
lmenu4
lmenu ilha grande
spazio Ilha Grande ganha um guia para ser trilhada spazio
lmenu4
lmenu ilha grande
spazio Fotos Mergulho spazio
Mergulho no Mundo
lmenu4
col ilha grande
 Taxa de preservação ambiental   
spazio
spazio
O ilhagrande.org esclarece que ainda não há nenhuma cobrança da Taxa de Preservação Ambiental e o controle sobre o numero de visitantes será somente na Praia de Aventureiro, por enquanto, mas a prefeitura informa que o controle de barracas em locais de preservação ambiental, continuará com a operação "Angra Legal". Nos feriados prolongados, prováveis alvos da operação 'Angra Legal', o ideal é reservar antecipadamente a pousada ou camping e viajar com o recibo do estabelecimento que confirme a reserva. As viagens extras das Barcas S/A continuam proibidas.

Para atender as necessidades dos moradores da Praia do Aventureiro, localizada nos limites da Reserva Biológica Estadual da Praia do Sul, e ao mesmo tempo dos turistas, que querem conhecer aquela localidade, foi firmado um termo de compromisso em dezembro de 2006. Nesse termo, ficou estabelecida a capacidade de carga daquela praia, obedecendo os estudos da Feema.
A limitação de visitantes de Aventureiro, ficou estabelecida em 560 pessoas por dia e 18 campins no máximo, para manter a preservação ambiental da Ilha. E a comissão afirma que serão feitos outros estudos para a limitação de turistas em toda região da Ilha Grande.
A prefeitura espera montar uma estrutura no desembarque em Aventureiro e de outras praias freqüentadas por turistas para controlar e taxar o acesso à ilha. Existe informações, que já está em andamento uma licitação para comprar leitores óticos que facilitariam a contagem de visitantes no desembarque da ilha.

O primeiro passo para a criação das restrições de acesso a turistas, foi dado começando por Aventureiro, porém, os órgãos envolvidos na preservação da ilha, como Feema, IEF e Ibama, definiram que o plano de carga de turistas não ficará somente nesta praia. Há uma estimativa de que a carga máxima da ilha gire em torno de 20 mil pessoas, em todas as praias da Ilha Grande.
O presidente da Turisangra idealiza obras de infra-estrutura em praias que poderão receber mais turistas de todas as classes, sem discriminação, assim o controle da carga não vai ser apenas no Abraão ou Aventureiro, e sim, em todas as praias da Ilha.
Parece que a Ilha Grande vai seguir o caminho de Fernando de Noronha. A Prefeitura de Angra dos Reis anunciou que o plano de carga vai limitar a entrada de turistas e pode cobrar taxa de preservação ambiental no desembarque em portos mais importantes.
Um estudo do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Uerj, apresentado recentemente num encontro de ecoturismo em unidades de conservação, revela que 78,3% dos turistas que chegam à Ilha Grande são favoráveis à cobrança de uma taxa de preservação ambiental. Desses, 58% optaram pela cobrança de uma taxa única e surpreendentes 33%, a cobrança por número de dias de permanência na ilha, a exemplo de Fernando de Noronha.
Os autores do estudo sobre a cobrança de taxa concluem que o benefício do visitante ao ter contato com o meio ambiente na Ilha Grande tem relação com a proteção do ecossistema local.
Mas ressaltam que a cobrança só atingirá seus objetivos se tiver o apoio da comunidade local.
A população local, de acordo com um trabalho realizado para o Departamento de Geografia da Uerj pela geógrafa Najara Proença Marques, apóia a limitação de visitantes na ilha.
O levantamento, feito a partir de entrevistas em campo, revela que 63% dos nativos querem o controle da carga de turistas para evitar a degradação causada pela superlotação.
Quem não trabalha com o turismo, quase sempre concorda porque pensa que o visitante traz degradação. E, quem trabalha, muitas vezes acredita que a restrição elevaria o nível do turismo e, por isso, os recursos aumentariam.

O desafio é evitar que a limitação de turistas e a taxa sejam um corte elitista no perfil dos visitantes.
Fonte: Prefeitura de Angra - www.angra.rj.gov.br
Jornal O Globo - www.oglobo.globo.com
Fotos : www.ilhagrande.org


Alexandre sexo
Brasil
15/07/2008
O acesso à Ilha Grande deve permanecer gratuito.
MARCO sexo
SÃO PAULO
16/03/2008
Concordo com o controle de acesso e a cobrança de uma taxa para a Ilha Grande, assim como é feito em outra ilhas, como Ilha do Mel, no Paraná, e Fernando de Noronha. É uma excelente forma de se preservar esse paraíso que é a Ilha, já que, infelizmente, boa parte dos turistas não tem a devida consciência ecológica.
Porém, acho q o valor da taxa não deve ser abusivo e deve-se criar algum mecanismo para que pessoas com menos condições financeiras tenham acesso à Ilha, como conceder isenção para grupos organizados por escolas públicas, etc.
Além disso deve haver um controle rigoroso sobre a destinação dos recursos obtidos com a cobrança, com a participação dos moradores da Ilha.
De qualquer forma o controle principal, em minha opinião, deve ser em relação ao limite de pessoas.
Anderson sexo

07/03/2008
A questão é muito simples: para acabar com os porcos que sujam as praias e trilhas só tem um jeito: POLÍCIA!
Nada de taxas. Ponham um monte de guardas e fiscais com poder de polícia em todos em lugares estratégicos. Criem uma delegacia na ilha e levem eles para a delegacia obrigando-os a pagar multa por sujeira; após pagarem sejam incluídos num banco de dados e proibidos de retornar; se não pagarem sejam deportados e PRESOS! infelizmente no Brasil as coisas só funcionam assim.
Tenho certeza que nenhum otário vai se atraver a jogar um caroço de laranja no chão.
E tenho dito!
Marcelo Marcos sexo
Nova Iguaçú - RJ
29/01/2008
Não concordo com a taxa, acho que impedirá pessoas com menor poder aquisitivo possam disfrutar desta maravilha que pertencem a todos. Deveríamos estudar outro caminho (educativo), para alertar e esclarecer os visitantes na preocupação de preservar e manter todo eco-sistema. O custo atual na ilha já é muito alto, isso afetaria diretamente o comércio no modo geral. Certamente pessoas de maior poder aquisitivo continuaríam frequentando a Ilha, mas as de menor poder ficaríam excluídas, e não gostaríamos que este tipo de preconceito atingisse nosso povo sofrido e carente de interesse político. Poucas coisas que podemos curtir neste País é a natureza. Vamos Amar e Respeitar nossa natureza, não excluindo o próximo. Eu Amo a Ilha Grande e você ?????????????????
Alexandre Urch sexo
São Paulo
11/01/2008
Acho corretissímo a cobrança de uma taxa ambiental pois a Ilha Grande é um paraíso que merece ser preservado.
Se as pessoas que a visitam tivessem um pingo de consciencia a taxa não seria necessária, mas infelizmente muitos não cuidam da Ilha como ele deveria ser cuidada. Largam lixo pelas trilhas eno mar.
Um caso recente que presenciei agora em dezembro quando estava de férias na Ilha foi em um passeio de barco, que tb acho que deveria ser mais controlado, que era servido frutas (melancia, abacaxi e melão) durante a viagem.
O comandante avisou em alto e bom som para que as pessoas não jogassem as cascas no mar e eis que ao terminar a frase vejo umas duas pessoas que estavam no passeio atirar suas cascas no mar.
A taxa deveria ser valida para esse tipo de pessoa que visita a Ilha com um instinto ignorante de depredação, mas, infelizmente, todos nós teremos que pagar por ela.
gessé sexo
são paulo
08/01/2008
a cobrança de taxas só serve para limitar o tipo de pessoa que freqüenta o local. É puro preconceito. è mais um lugar onde só pode ir quem pode pagar, como Noronha. Chega disso, isso aqui é o Brasil, um país de todos. Mais educação e menos corrupção. Pra que mais dinheiro? Pra quem????
Renata sexo
Rio de Janeiro
05/01/2008

Sou totalmente a favor da limitação, mesmo sabendo que isso vai encarecer tudo na Ilha ( e já tem muita coisa cara), mas tenho notado que a cada feriado tem mais gente, e que A MAIORIA não tem nenhuma responsabilidade com o meio ambiente, o que acabada degradando a Ilha.
Sou CONTRA a cobrança da taxa!
ricardo daier sexo
são paulo
04/01/2008
é necessário saber se o dinheiro arrecadado vai ser utilizado em prol, de melhorias na ilha como ,saneamento, limpeza ,caso contrario ira para uma conta unica e morre com outra coisa, sem que seja investido na ilha ,é preciso investir em treinamento de funcionarios que trabalham na ilha , devido ao pessimo atendimento no comercio local, organizar o enxame de barqueiros que cercam os turistas, que acabam afugentando, turistas estrangeiros que nem entendem o que esta acontecendo , tqabelar passeis de escunas, para que não haja leilão de preços na cara do turista ,em resumo no jeito que esta organizado,a ilha tende a perder toda sua principoal atração que é a natureza reservada-(,sem prejuizo ao meio ambiente,sou a favor de taxa mas contolada pela populaçaõ local.
Adriana sexo
Rio de Janeiro
02/01/2008
Sou a favor da cobrança da taxa, desde que a mesma seja usada em prol da ilha.
Igor Costa Bittencourt sexo
juiz de Fora-MG
28/12/2007
Enquanto não atingirmos um nível satisfatório de transparência fiscal no País, é inadmissível o povo pagar qualquer tipo de taxa além das já existentes. A aplicação dos recursos provenientes de todos os impostos, contribuições e taxas já é por demais obscura e não dar mais para o povo aceitar um Estado obeso, que tem sempre como primeira solução para os problemas que surgem o aumento de arrecadação, sem depois fornecer a devida contrapartida. Sem contar a tão falada capacidade contributiva! Como os inventores dessa taxa iriam aplicá-la, já que a ilha é frequentada por pessoas de todas as classes ? Mais uma vez os ricos saem no lucro, e os menos aquinhoados carregam o piano. Não à incopetência estatal !!!
Marcelo sexo
São Paulo
27/12/2007

Sou contra, todos os brasileiros já deviam saber que já pagamos muitos impostos o ano inteiro. Portanto sou a favor de menos impostos.
Flávia sexo
São Paulo
23/10/2007
Na minha opnião "não é somente" as taxas de preservação que contribuem para um turismo sustentável em lugares como Noronha e eventualmente Ilha Grande. São projetos de ONG´s e órgãos como Ibama que fazem palestras de conscientização. São estudantes que fazem trabalhos de mestrado na ilha e levam todo seu conhecimento e dedicação ao lugar. A diferença está no atendimento do turismo receptor que se preocupa em dizer ao turista que ele deve preservar aquele ambiente pq aquilo é seu patrimônio e seu ganha pão. Aquelas praias lindíssimas, sua fauna e flora é sua maior riqueza. Lá é sua casa e onde mora sua família, as praias seu quintal, o mar de onde vem seu sustento...é o amor pelo lugar que faz com que o turista se sinta intimado, pq os "donos" do lugar dão o exemplo.
Toda uma preservação começa com os moradores locais seus empreendedores locais. Aulas de ecoturismo e ecologia para crianças nas escolas para que elas cresçam e perpetuem essa conscientização e passem pra sua família tb.
Pude viajar pra Noronha e muitos destinos do Brasil e como formada em Turismo, acho que essa é a mínima contribuição que posso dar, depois de ler várias opniões.
Flávia



>> Barcas       
ft01 ilha grande spazio
ft11 ilha grande spazio
        WebMaster
Dedicado a todos que amam e respeitam este lugar. ® Direitos Autorais Reservados