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Ilha Grande ganha um guia para ser trilhada |
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| Taxa de preservação ambiental |
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O Projeto Angra Legal, que começou no dia 17 de fevereiro, com ações intensificadas no Carnaval, tem sua continuidade com o anúncio de medidas para a preservação ambiental da Ilha Grande.
Uma força-tarefa deflagrou a operação Angra Legal, que combaterá a invasão sem controle da Ilha Grande. A equipe é formada por fiscais da TurisAngra, órgão da prefeitura de Angra dos Reis, pela Capitania dos Portos e por PMs do Batalhão Florestal, e tem o apoio de um helicóptero e seis lanchas de grande porte.
As ações mais significativas do Angra Legal durante o Carnaval aconteceram nas Praias do Aventureiro e de Palmas. Na primeira, após uma briga na Justiça, a Prefeitura desmontou cerca de 30 barracas e as mais de 200 pessoas acampadas foram removidas até o continente em embarcações alugadas. Em Palmas não foi diferente, a Prefeitura também recorreu à Justiça para que um camping ilegal não funcionasse. As cerca de 350 pessoas que estavam acampadas irregularmente também foram levadas para o continente em embarcações alugadas pela Prefeitura.
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Por terra, homens da Marinha e do 33 BPM (Angra) impedem a partida de traineiras do Cais de Santa Luzia caso os turistas não tenham reservas nas pousadas e nos campings licenciados pela prefeitura.
Integrantes da força-tarefa ja destruíram cozinhas e banheiros em áreas desmatadas nas florestas junto às praias do Aventureiro, de Palmas, Caxadaço e Santo Antônio. As áreas foram preparadas para campings clandestinos.
Os locais foram descobertos ocasionalmente durante um vôo de helicóptero do lado sul da ilha, quando os fiscais viram pessoas correndo no meio do mato.
Por causa da copa das árvores, não dava para ver a área desmatada.
Serão feitas incursões por terra, com apoio do helicóptero, para localizar novos desmatamentos e estranhos que estão agindo na mata.
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A Praia do Aventureiro era a mais procurada para fazer acampamentos clandestinos antes da operação.
Angra Legal fez valer a lei que proíbe atividade de camping na Praia do Aventureiro.
Após a cassação da liminar que permitia atividade de camping no local para até 1.028 pessoas, pelo desembargador Siro Darlan, os órgãos que fazem parte do Angra Legal cumpriram a lei. Varias barracas foram desmontadas e as pessoas acampadas foram removidas até o continente em embarcações alugadas pela Prefeitura especialmente para esta operação.
O Angra Legal pretende acabar com o turismo predatório e garantir a preservação do meio ambiente, a partir da conscientização e da fiscalização.
São ações permanentes em todo o município, sendo intensificadas durante os feriados prolongados.
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Fonte: Prefeitura de Angra - www.angra.rj.gov.br
Jornal O Globo - www.oglobo.globo.com
Fotos : www.ilhagrande.org
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Henrique  Rio de Janeiro 25/01/2007 | Não podemos esquecer que, ha muito tempo atrás não era qualquer pessoa que entrava na ilha! e hj algumas pessoas não aprovão esse método de preservar a ilha! fazer o que né! | Fabiana Ines Oviedo  Ilha Grande 29/11/2006 | A proposito das sua gestoes relativas á preservaçao do meio ambiente: escrevo para pedir ajuda para parar com o tráfico de passaros na Praia Grande de Araçatiba, hoje uma atividade comercial de moda entre as crianças e nao tao crianças da praia e as tripulaçoes dos barcos douradeiros e atuneiros y alguns fregueses em Angra mesmo. Ajuda para deter a grande colaboraçao do sexagenario senhor Mendez da Praia da Longa á extinçao de espécies como a sabiá preta, a mingua de arapongas e de periquitos. Solicito tambem seja profundamente investigada a caça e venda de animais silvestres praticada em varias praias do 6to distrito, principalmente em Praia Vermelha e Praia Grande. Esta situaçao a julgar pela sua evoluçao nao demorara em mostrar as consequencias, se se têm em conta que a cada barco que para no cais sao de sete á quinze pássaros que vao embora, ou que um caçador so instala 30 trabucos cada vez que vai para reserva, o fora da reserva. A carne mais apreciada é a paca e chegam a pagar por ela no Portogalo (segundo dizem os atores) até rs 400 por cinco quilos. Os pássaros também têm sua tabela de preços virtual. Um bom colera custa rs 80, mas se puxar, leva até por 50. E muito triste e como é dificil dar endereços e nomes neste lugar, a tarefa da investigaçao fica por conta dos orgaos pertinentes. Grata. | Victor Hugo Campos  Rio de Janeiro 02/10/2006 | Acho que as medidas de proibição não são uma boa. Desde que a proibição existe povos e povos sofrem com as mais diversas formas de "contensão de livre arbítrio". Ilha Grande é um paraíso? Sim, sem sombra de dúvidas, mas existem muitos outros lugares como Noronha e muitos mais...
Nestes outros "paraísos", não existe proibição, o que acontece é um controle efetivamente funcional que restringe a presença humana em algumas áreas, mas no todo, o incentiva ao turismo e a conscientização é o que mais vale.
NÃO É CORRETO PROIBIR A ENTRADA E PERMANÊNCIA DE TURISTAS NA PRAIA DO AVENTUREIRO E/OU EM OUTRAS PRAIAS DE ILHA GRANDE. O mais importante, acima de tudo é a boa administração e um controle efetivo de participação social para com estas praias.
SOU CONTRA. | Lopes  www.hotmail.com 01/05/2006 | Vamos falar sério... Proibir sempre é a solução mais fácil e de maior visibilidade... Díficil é organizar e fazer isto honestamente... Sem corrupção... Quem vai controlar a entrada das pessoas na Ilha? Teremos um guarda em cada ponto de entrada na vila do Abraão (só para ficar em um exemplo mínimo)? Lanchas patrulharão as águas ao redor da Ilha Grande para impedir que pessoas entrem? Teremos helicópteros para esta tarefa hercúlea? Guardas? Porque não se fala nas inúmeras irregularidades acontecendo AGORA na Ilha Grande? Acesso proibido a certas praias em desacordo com a CONSTITUIÇÃO. Mudança de trilhas para satisfazer interesses imobiliários. Esgoto sub dimensionado (inclusive com canos impróprios para o sistema de bombeamento por pressão) e que não funciona satisfatóriamente. Construções irregulares por toda a ilha. Uma crescente frota de carros públicos servindo a interesses particulares (já vi inúmeras vezes guardas dando "caronas" para "amigos"). Gostaria de saber se é para falar sério ou vamos continuar sendo uma república das bananas. P.S. Sei que este e-mail não será nem publicado porquê a verdade dói! Só fiquem sabendo que nem todos são idiotas e manipuláveis!!! VAMOS FARAR SÉRIO!!! CHEGA DE PALHAÇADA!!! | Fernando Almeida  Rio de Janeiro 24/04/2006 | Prezados,
A medida é bem interessante e parece ser eficaz a longo prazo.Entretanto ficaram vagos dois tópicos:
(i) o turismo predatório só faz juz ao nome à áreas desmatadas por campistas inexperientes (vulgo: incapacitados ou vândalos), quando existem grandes construções(como a mansão no Saco do céu) que transmitem muito mais agressivamente um impacto ao meio ambiente local?( não mencionando as inúmeras línguas negras geradas pela exploração imobiliária desordenada e incompetente da costa norte da Ilha-caso existam críticas às minhas palavras,gostaria as mesmas fossem de autoria de um Engenheiro Ambiental )
(ii)no caso de esportistas desejarem percorrer trilhas, a grandes distâncias, impossibilitando pernoitar no mesmo local durante o exercício, dever-se-á fazer uma reserva em cada local onde se pretende pernoitar(isso é, se no mesmo existir hospedagem legalizada)?
Se essa for a saída,seria um tanto absurdo, uma vez que nem todos esportistas necessitam de erguer uma barraca para pernoitar.
Sugestão para o ítem (ii):
É entendido de minha parte que um plano não se resume a uma simples mensagem na internet.Entretanto estou à disposição para discutir um possível programa.E sigo com um ponto inicial:
Com o controle de entrada e saída da Ilha de número limite de visitantes, poderia ser permitido pernoite selvagem(ou pernoite não-predatório), desde que os visitantes interessados nessa prática, fiquem limitados a pernoitar sem instalações excessivas(somente com sacos de dormir e cobertura básica) , e em pontos específicos no território da Ilha Grande.
Já que a atual força tarefa se mostra extremamente eficaz, a mesma poderia fazer um controle de pontos expecíficos pela Ilha, separados por Zonas, com fiscalização de campo. Não é difícil fazer um programa para isso. Qualquer leigo no assunto(inclusive eu), pensando um pouquinho é capaz de organizar um programa de fiscalização desse porte.
São minhas singelas palavras
Atenciosamente,
Fernando Almeida
Estudante de Engenharia Naval | SHEILA S. A  MURIQUI-MANGARATIBA 15/04/2006 | GOSTEI MUITO DE TODAS AS MEDIDAS QUE LI , SOU FREQUENTADORA E APAIXONADA PELA ILHA GRANDE, NÃO AGUENTAVA MAS VER TUDO ACONTECER DE CAMAROTE E NÃO PODER FALAR NADA NEM DAR OPINIÃO, COM ESTE ESPAÇO POSSO FAZER ACONTECER TENHO CERTEZA DA GRAVIDADE DOS PROBLEMAS , VOU TER RESPOSTAS, UM ABRAÇO E O MEU APREÇO.  |
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