| Trekking na Ilha Grande |
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Caminhar por trilhas na mata não é o mesmo que caminhar numa calçada cimentada sem obstáculos. As trilhas são cheias de raízes, pedras depressões, subidas e descidas o tempo todo. Qualquer que seja o tipo de aventura, nenhuma escapa aos cuidados que são necessários para atenuar os riscos inevitáveis que qualquer caminhada pode apresentar. A falta de experiência, em muitos casos, cria transtornos que podem pôr o caminhante neófito em alto grau de risco. Portanto, antes de jogar a mochila nas costas e partir para uma aventura, esteja preparado para enfrentar os imprevistos.
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A escolha da roupa para uma caminhada é um fator importante. Use roupas claras, leves e que permitam a transpiração e não fiquem encharcadas de suor. Isso ajuda a manter regulada a temperatura do corpo.
Cuidado especial deve ser dado a quem de fato irá agüentar o tranco da trilha – os nossos queridos pés, sem os quais não vamos a lugar nenhum (andando). Se eles se ferirem ou você demorar a cuidar daquela ardência que começa antes de surgir uma bolha, por certo o calo virá e a caminhada será prejudicada, ficando desconfortável e até podendo te fazer dar meia volta.
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O uso de meias (sempre secas) é o único meio de se evitarem os calos. Assim como também calçados ajustados e não largos ou apertados, provocando atritos e desconforto. No caso de surgir uma bolha e ela for grande, fure-a com uma agulha esterilizada e faça vazar o líquido. Em seguida coloque um curativo aderente e proteja o pé com até duas meias. Não perca mais o controle dessa região, para evitar que a pele se rompa e possa infeccionar.
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Fazer alongamento antes de começar qualquer caminhada é ganhar horas de vantagem sobre os que não têm esse hábito. Esses preciosos minutos dedicados ao despertar de nossos músculos e tendões para o esforço que irão enfrentar são fundamentais para se evitarem transtornos ou mesmo acidentes. A falta de alongamento é o que provoca as dores, tensões musculares que podem até romper o músculo ou tendão por não estarem aquecidos para isso. Veja aqui uma seqüência de exercícios de alongamento que ajudarão bastante no desempenho da caminhada.
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Na mochila é imprescindível termos algum lanche, cantil com água, estojo de primeiros socorros (completo e conferido), protetor solar, repelente, capa de chuva, bússola, mapa, lanterna e pilhas sobressalentes e sacos plásticos para trazer de volta o lixo. Em qualquer passeio, não deixe de levar água. A perda de líquidos (suor) no decorrer da caminhada irá exigir uma maior quantidade da água. Sem ela, a sede será uma inimiga para o rendimento do corpo. Em quase todas as praias você irá encontrar água, mas nas trilhas, nem todas as fontes e riachos são confiáveis. Portanto, esteja também munido de um purificador de água.
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Texto: José Bernardo
Fotos: Ilhagrande.org
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Karla Kremer  Duque de Caxias 20/12/2009 | Eu também tive a oportunidade conhecer todas as trilhas, parando e curtindo as praias. Foram oos melhores quinze dias de minha vida em férias. Estou pensando em ir para o Abraão dia 26 de dezembro e passar a virada no Aventureiro, depois comprar pão em Provetá evoltar pro Abraão. | Priscilla 
18/08/2009 | Minha vida só irá se realizar se eu der a volta na ilha... são meus planos para minhas tão merecidas férias...rss | Sidney  Rio de Janeiro 23/06/2009 | Amigos amantes da Ilha... gostaria de saber algumas dicas para dar a volta ao redor da ilha, como a indicação das trilhas, localidades para acampamento e alimentação e dificuldades encontrada... Desde já agradeço. | perla  Uruguay 15/06/2009 |  Junio/2009 Mi amiga Ana (48) y yo (55)culminamos la vuelta a la isla. Contamos con la ayuda de Joao Pontes para llegar a Caçadaxo desde Santo Antonio.
Animo a todos a realizar la vuelta a la isla, cada uno a su ritmo, nosotros la completamos luego de varias visitas y esta vez nos alojamos en Matariz, caminamos desde allì a Japariz ida y vuelta, y como conseguimos una carona de barco hasta longa, hicimos el retorno caminando y disfrutando de las trillas. Luego nos alojamos en Palmas para caminar a Praia dos castelhanos y Caxadaço (con la ayuda de Joao Pontes), en la mañana yo iba a Abrao a comprar frutas y comestibles.
Se puede caminar programando la estadìa en posadas, por ejemplo de Abrao a Saco de Ceu, donde hay varias, de Saco do Ceu a Bananal (muchas posadas de Japoneses), Pasaterra (posadas lindas), hay posadas en Araçatiba. Nosotros llevamos la carpa y cuando los costos eran altos acampamos.
Me extrañò no encontrar a ninguna persona en las trillas, ese silencio era como caminar en el paraiso, la belleza, la variedad de paisajes. Las trillas no presentan grandes dificultades y seguir los hilos de luz facilita la orientaciòn en casos de duda!!!! Felicito a los caiçaras por su paraiso, la tierra sin mal
| perla  uruguay 06/03/2009 | Mi amiga Ana y yo, caminamos según nuestro instinto y deseo, este viaje caminamos de abrao a saco do seu , donde pernoctamos y al dìa siguiente tomamos un atajo a bananal.
El atajo es genial porque no encontramos a nadie en nuestra caminata por un bosque con muchas subidas y bajadas.
Desde allí, fuimos a Matariz, parada infaltable en nuestras visitas a la isla.
nuestro paraìso: Aventureiro.
Allí nos quedamos 10 días, 5 alquilamos una habitación en el camping de Luis que es un ejemplo de trabajo cooperativo. Puedo decir que a mitad de la noche me despertaba la luz de luna, yo me levantaba caminaba 10 metros y en la playa practicaba tai chi, volvìa a dormir hasta que la luz del amanecer me indicaba que era hora de atravesar la bahìa a nado
Pasamos 10 dìas en Aventureiro en relax total, tanto es asì que yo confundì la data y perdí mi vuelo de regreso.
Debo agradecer a Josè Bernardo sus útiles consejos, si bien no caminamos el trecho de Santo Antonio, no quisimos salir del Paraìso y ademàs se perdió una persona en esa zona y los bomberos probablemente no permitiesen entrar en esa trilla.
Cada viaje caminamos un trecho y ahora sòlo nos falta caminar desde Tapera a Praia da Longa, pero mi amiga Ana ya estaba muy cansada y nuestro objetivo es ir escuchando las historias y disfrutando del relax.
Debo agradecer a la vida por haber conocido la tierra sin mal, olvidarnos de la palabra dinero y por compartir tantos momentos con Neuselí, que lucha sin descanso por los derechos de los moradores de Aventureiro para gestionar su paraíso. Aliento a Leandro y a su grupo de la Universidad en su importante tarea. Hay tanto por hacer!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
| Patricia  Argentina 23/02/2009 | Quero saber se apareceu o homem perdido na trilha à Caxadaco. Eu estava là quando os bombeiros o procuravam. Obrigada.
ilhagrande.org: Até a presente data, não. | Umberto Cerasoli  Campinas/SP 21/12/2008 | MINHA MENSAGEM ANTERIOR TEM UM ERRO GRAVE, A ENTRADA PARA PARNAIOCA, VINDO DA PRAIA DO LESTE-SUL, É A DIREITA E NÃO A ESQUERDA!
Olá, já dei a volta na Ilha duas vezes e achei bem tranquilo (é claro que é preciso um bom preparo, tempo e algum planejamento, principalmente se no fim do dia vc quiser chegar em uma praia e encontrar um camping com infra - pois nem todas vilas tem camping). Uma dica é não levar a comida do dia a dia muito peso), aproveite dos PFs pelo caminho, no verão é garantido. Mas lembre-se de ter um mínimo de suprimento de emergência.
As trilhas não têm muito erro não, boa parte delas acompanham os postes que levam a energia elétrica, só tome cuidado quando estiver passaando próximo as casas dos moradores pois em quase todas vc encontrará um ou mais cachorros (tenha sempre em mãos um cajado, vc não vai usar, mas vai impor respeito aos animais - e lembre-se do famoso "oh de casa, tô passando!", pois o dono vai dar um grito pra cachorrada deixar vc em paz, rs). Só há uma entrada de trilha que é cruel, a que liga a praia do Leste com Parnaioca (Atenção, parece que esse trecho está proibido de circular e as vezes há policiais impedindo o trânsito). Pegando a trilha no fim da praia do Leste logo vc vai ver a DIREITA uma subida no morro, é ela mesma - facinho de vc passar e perder a entrada, até pq o sentido natural do trilheiro é permanecer na trilha maior e essa parece mais uma subida de morro que uma trilha. Siga nela e mais ou menos na metade do caminho de 80 minutos (mais ou menos) vc vê o mar e Parnaioca (é a dica que vc pegou a saida certa).
Apenas uma trilha eu recomendo fortemente que não seja percorrida, é a que liga Cachadaço a Santo Antônio / Lopoes-Mendes, é a única "trilha" que não consta do mapa, pq será?! É fácil de vc se perder e não conseguir nem ir pra frente nem pra trás, principalmente com chuva quando a trilha literalmente some. Para os bem experientes, nessa trilha as árvores tem marcas de facão indicando a direção SA/LP (Santo Antônio/Lopes Mendes) e CX (Caxadaço), mas não se arrisque. Informe-se das vilas que dispõem de posto médico antes de partir. Celular em metade da trilha tb não funciona. Leve sempre água, evite o sol e leve o mínimo de peso na bagagem, mas o mínimo mesmo (uma sunga)! Drogas, nem pensar - para vc ter uma idéia, o soldado ganha dois dias de folga quando pega alguém em flagrante - há PMs a paisana, inclusive nas trilhas, e vc será literalmente deportado para a cadeia de Angra na famona "lancha" da PM.
Mais infos: umberto.cerasoli@gmail.com | Umberto  SP 06/12/2008 | Olá, já dei a volta na Ilha duas vezes e achei bem tranquilo (é claro que é preciso um bom preparo, tempo e algum planejamento, principalmente se vc quiser chegar em uma praia no fim do dia e encontrar um camping com infra - pois nem todas vilas tem camping). Uma dica é não levar a comida do dia a dia muito peso), aproveite dos PFs pelo caminho, no verão é garantido. Mas lembre-se de ter um mínimo de suprimento de emergência. As trilhas não têm muito erro não, boa parte delas acompanham os postes que levam a energia elétrica, só tome cuidado quando estiver passaando próximo as casas dos moradores pois em quase todas vc encontrará um ou mais cachorros (tenha sempre em mãos um cajado, vc não vai usar, mas vai impor respeito aos animais - e lembre-se do famoso "oh de casa, tô passando!", pois o dono vai dar um grito pra cachorrada deixar vc em paz, rs). Só há uma entrada de trilha que é cruel, a que liga a praia do Leste com Parnaioca (Atenção, parece que esse trecho está proibido de circular e as vezes há policiais impedindo o trânsito). Pegando a trilha no fim da praia do Leste logo vc vai ver a esquerda uma subida no morro, é ela mesma - facinho de vc perder, até pq o sentido natural do trilheiro é ficar na trilha maior e essa parece que é uma subida de morro, e é. Siga nela e mais ou menos na metade do caminho de 80 minutos (tô chutando) vc vê o mar e Parnaioca (é a dica que vc pegou a saida certa). Apenas uma trilha eu recomendo fortemente que não seja percorrida, é a que liga Cachadaço a Santo Antônio / Lopoes-Mendes, é a única "trilha" que não consta do mapa, pq será? É fácil de vc se perder e não conseguir nem ir pra frente nem pra trás, principalmente com chuva quando a trilha literalmente some. Para os bem experientes, nessa trilha as árvores tem marcas de facão indicando a direção SA (Santo Antônio) e Ch (Cachadaço), mas não arrisque-se. Informe-se das vilas que dispõem de posto médico antes de partir. Celular em metade da trilha tb não funciona. Leve sempre água, evite o sol e o mínimo de peso nas costas, mas o mínimo mesmo (uma sunga)! Drogas, nem pensar - para vc ter uma idéia, o soldado ganha dois dias de folga quando pega alguém em flagrante - há PMs a paisana, inclusive nas trilhas, e vc será literalmente deportado para a cadeia de Angra na famona "lancha" da PM.
Mais infos: umberto.cerasoli@gmail.com | Gladness Lima  Cuiabá - MT 13/05/2008 | Olá Sr José Augusto !
Eu gostaria de saber seu e-mail, ou msn, para trocar informações sobre a volta a Ilha Grande.
Pois eu e minha esposa, também estamos planejando corajosamente darmos a grande volta à Ilha Grande.
Já conhecemos o local, mais nos faltam alguns detalhes. Poderia você nos ajudar, nessas informações.
Obrigado.
Atenciosamente, Ness.
gladness_lima@terra.com.br | Bernardo  Rio de Janeiro 09/03/2008 | Augusto.
É uma satisfação muito grande saber que trilheiros como você e a sua esposa conseguiram dar a volta na Ilha curtindo cada pedacinho dela em total comunhão com a natureza e com o seu povo acolhedor, simples e sábio. Evidentemente que vocês viram muitas mazelas provocadas pelo mau uso das águas e a falta de saneamento que aflige algumas localidades. Estimo que o novo Parque que será inaugurado em breve, tenha a bandeira da preservação, mas que também promovam a educação ambiental sem tantas proibições desnecessárias. Se querem encobrir o que os Órgãos Públicos deixam de fazer para a melhoria das condições de saúde da população e do meio ambiente, essa será uma atitude no mínimo covarde.
Que saiba o IEF, a Feema e o Ibama, que nós trilheiros não temos outra intenção se não a de curtir a natureza em todo o seu esplendor. O trilheiro bom é o melhor guardião que um parque pode ter, já que nem sempre há fiscais suficientes e dispostos a caminharem pelas trilhas mais selvagens e quando o fazem, é numa atmosfera sombria e assustadora, que além de não educar, acaba por perder de vez quem poderia ser bem orientado e não cometer erros futuros.
Está mais que evidente que o camping selvagem detona o meio ambiente. Campistas desinformados entre outros mal educados, sempre correm o risco de serem desterrados. E não é para menos... Essa rapaziada costuma deixar o ambiente onde acampam numa “zorra total”. Lixo entocado ou enterrado, margens de riachos com resíduos nada agradáveis, restos de comida cheia de conservantes, fogueiras desnecessárias, em fim, uma verdadeira catástrofe. Esses imundos precisam ser chamados à atenção em qualquer oportunidade que se tenha e talvez até, denunciados para que o desastre não seja maior.
Caminhante que sou, quero compartilhar com vocês essa alegria de vencerem o desafio da volta completa e desejar a todos nós “pés na trilha”, que possamos continuar a dar quantas voltas o nosso coração desejar. Respeitando, evidentemente, as praias do Leste e do Sul - Únicas praias onde não é permitida a presença humana a não ser para pesquisas científicas. Para vencer esse obstáculo nós temos o Mestre Ernani, um lobo do mar que deve ter feito algum acordo com o deus Netuno para nos levar em segurança por aquele mar ao Sul da Ilha Grande.
É admirável que você tenha conseguido interpretar o roteiro no sentido inverso e dessa forma, conseguido fazer o trecho Caxadaço - Santo Antônio sem tanta desorientação. Acho que o destino colocou aquela chuva no caminho de vocês para não irem ao Pico do Papagaio. Seria um desafio de Hercules.
Sua esposa escolheu bem o Aventureiro como a praia preferida e você, acabou provando que é mesmo um aventureiro ao escolher o Caxadaço.
| José Augusto  São Paulo 24/02/2008 |  Oi pessoal.
Eu e minha esposa fizemos a volta de Ilha Grande na segunda semana de Janeiro. Levamos 11 dias p/ completar e fizemos no sentido anti-horario.
Usamos as fotos de satelite aqui do site com a trilha demarcada, mas a trilha não tem como errar.
P/ quem sai de Abraão é só seguir os postes com cabos de energia (eles serão a referencia até Provetá).
O que foi util p/ a gente foram as dicas sobre as praias que a galera postou aqui no site.
Fizemos também o trecho da trilha da Praia do Caxadaço até a Praia de Santo Antônio, mas só com a ajuda do livro do José Bernardo (Caminhos e Trilhas de Ilha Grande). Suas anotações foram essenciais.
Recomendo o livro p/ quem quiser fazer esse trecho.
Só lamentamos não termos feito o Pico do Papagaio, pois o tempo estava fechado e não parava de chover no dia.
Mas adoramos conhecer a Gruta do Acaiá (obrigatório visitar o local), Aventureiro, Parnaioca, Caxadaço, Lopes Mendes e muitos outros lugares.
A minha esposa elegeu a melhor praia a do Aventureiro e eu a do Caxadaço.
E parabéns ao site por disponibilizar tanta informação da ilha (usamos muita coisa daqui).
Augusto | perla 
10/08/2007 | Pasé dos semanas en la isla, ya en mi cuarta visita a este paraiso que siempre me sorprende. Mi amiga Ana y yo, pasamos 2 dìas en Abrao y un dìa caminamos a Palma y otro a Caxadaço. El 3er dìa fuimos a Matariz en barco y la aventura comenzò en casa de doña Marìa quien nos contò historias y nos presentò a los lugareños, de allì partimos en el ùnico barco que apareciò y llegamos a Ubatubinha. El tiempo estaba bastante feo, con lluvia comenzamos una trilla hacia Praia do Longa, pero en realidad llegamos a Ponta Grossa, aprovechamos el lugar para bañarnos y disfrutar del error y continuamos nuestro paseo, de barco hasta Longa. De allì caminamos a Araçatiba, donde aprovechamos de la ùltima conexiòn a Internet, buena comida y una ducha caliente. Visitamos praia vermelha y praia do gaucho. El siguiente dìa lo pasamos viajando en barco a Aventureiro, donde como siempre encontramos una gente maravillosa, almorzamos un pez que los pescadores trajeron en la mañana, habìa fiesta con muchos dulces y danzas de cuadrilla. Los amigos del lugar nos hicieron sentir en casa con deliciosas caseras. Parnoioca no dejò de maravillarnos y nos quedamos admirando las estrellas, a la mañana temprano me internè en el bosque, que es un lugar con mucha magia. Sólo caminè 1/2 hora y me sentè bajo un bosque de bambù y de pronto 5 grandes monos realizaron un concierto magistral. Ese bosque tiene una energìa muy especial, y lo considero la mayor maravilla de la isla. Mi amiga partìò de barco desde Aventureiro, pero la salida desde allì con viento es incierta asì que yo volvì con mi mochila cuesta arriba, a Araçatiba donde me embarquè rumbo a Angra, pensando volver para empezar una nueva caminata. Recomiendo la isla y sus zonas salvajes como un premio para el espìritu. |
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