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Água-Viva na Ilha Grande - Angra dos Reis - RJ

Atualizada 14/12/2015
A Água-Viva é um dos seres marinhos que podem ser observados no mar da Ilha Grande - Angra dos Reis - RJ.

A Ilha Grande é um lugar privilegiado para se observar águas-vivas. É possível encontrar esses seres marinhos com alguma frequência em mergulhos profundos ou praticando snorkeling. Apenas se afaste se por acaso avistar alguma delas, pois elas não são velozes e não atacam.


As águas-vivas são grande consumidoras de peixes. Chegam a comer até 04 peixes de porte pequeno por hora. Elas parecem uma geleia transparente, pois 95 % do organismo é composto por água. São arredondadas, movem-se lentamente e têm um mecanismo de defesa muito especial: queimam quem pisar ou tocar nelas. Possuem forma de medusa, lembrando um guarda-chuva aberto, com a bica situada na parte inferior, onde também ficam os tentáculos. Seu tamanho varia muito de uma espécie para outra. Algumas podem ter mais de dois metros de diâmetro.

As águas-vivas estão entre os mais antigos habitantes da Terra. Seus ancestrais surgiram há uns 700 milhões de anos! Até hoje, descobriram-se mais de nove mil espécies de medusas. O verão é a estação em que elas se reproduzem, por isso elas aparecem mais nas praias neste período.

A reprodução das águas-vivas é feita através da liberação de óvulos da fêmea no mar, que são fertilizados pelo macho. Algumas espécies adotam o embrião, como numa gravidez, até que o ovo se transforme em larva. Uma medusa leva até 2 anos para chegar à fase adulta.

Lembre-se: a água-viva só queima quando se você tem contato com seus filamentos, isto é, se você pisar ou encostar-se a ela. Por isso, ao chegar numa praia que não conhece, consulte o salva-vidas ou gente da região para saber se elas são comuns no local, pois o contato pode ocasionar reações alérgicas. Se a queimadura acontecer, nunca lave o local com água doce, pois isso ativa as substâncias venenosas. Use água do mar ou soro fisiológico. Depois, com pele ainda molhada, jogue um pouco de areia seca, mas não esfregue. Deixe por alguns minutos. Retire devagar a camada sobre a queimadura e procure orientação médica.

Luiz Alonso Ferreira, biólogo marinho do Museu do Mar, dá mais uma dica: além destes cuidados, podem-se aplicar compressas geladas ou/ e cremes corticoides sobre a queimadura.

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