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Lagoa Azul - 2.º lugar nas 7 Maravilhas da Ilha Grande - RJ

Atualizada 16/12/2015
Com mais de 11% dos votos, a Lagoa Azul foi a vice-campeã na escolha das 7 Maravilhas.

“Se o Paraíso existe, ele está próximo...” Disse Américo Vespúcio ao navegar com suas naus pelas águas da grande baía. Se ele tivesse mais tempo, descobriria que não estava enganado...


A Lagoa Azul da Ilha Grande passou a ter esse nome devido à semelhança com Port Antônio, na Jamaica - lugar onde foi encenado o famoso filme “Lagoa Azul” na década de 80.

Localizada na Freguesia de Santana, extremo norte da ilha, esta obra prima da natureza é formada por um colar de ilhas (dos Macacos, Comprida, Redonda e a própria Ilha Grande).

O mergulho é inevitável... A emoção indescritível... Felizes são os que têm a sorte de comungarem a sós e com Deus, de tão soberba maravilha.

Este santuário de vida marinha é reservado aos seres sensíveis. Agito aqui só o de o suave balouçar das marés, dos braços e pernas daqueles que têm o privilégio de mergulhar em suas águas de impressionante transparência; do coração, que bate mais forte ao flutuarmos sobre jardins de corais ou quando somos cercados por um cardume de peixes coloridos a nos beijar todo o corpo. Mergulhos memoráveis que nos fazem dar beliscões na própria pele para nos certificarmos de que não estamos sonhando.

Sua água azul-turquesa com peixes multicoloridos e sua beleza cinematográfica fazem da Lagoa Azul um dos lugares mais visitados e contemplados da Baía da Ilha Grande. Depois de contornar a bela Ilha dos Macacos, que dependendo da maré pode revelar minúsculas praias, somos recepcionados por alegres e agitados cardumes de peixes mal acostumados com as guloseimas oferecidas pelos turistas. A imensa piscina repleta de estrelas do mar, lulas, corais, peixes voadores e de várias outras espécies, tropéis de cavalos-marinhos e até ouriços do mar, surpreendem os turistas que ficam abobados ante tanta beleza.    

Chegar lá só de barco. Ou então nadando, caso você saiba como fazer isso. A maneira mais fácil é a bordo de uma escuna. Da Vila do Abraão partem saveiros que levam os turistas para um passeio que dura o dia todo. No decorrer da travessia o espetáculo é de luz e nuanças impossíveis de serem reproduzidas por um pintor. Sem falar no contorno das rochas, algumas imitando elefantes, tartarugas gigantes e até feto.

A meio caminho, a imponência do Maciço da Serra do Papagaio, que separa o mar oceânico da tranquila Enseada das Estrelas, quase não nos permite ver a estreita entrada para o Saco do Céu. Muitos ficam sem entender o porquê do barqueiro guinar o barco naquela direção onde só vemos a mata se debruçando sobre as rochas da encosta.

A surpresa não demora a aparecer e vemos surgir por trás de um pequeno morro que avança pela enseada, um imenso espelho d’água protegido dos ventos e cercado de mangue intercalado por fantásticas praias onde os nativos deslizam em suas canoas indianas levando turistas aos restaurantes que não possuem cais. Um deles, em contraste com a exuberância da natureza, é muito simples... É quase uma palafita à margem do Saco – Mas que palafita! Para se chegar nela você caminha num piso coberto de conchinhas ladeado por hibiscos de diversas cores. Suas cortinas rendadas nos passam a sensação de que estamos em algum pedacinho do céu olhando por entre nuvens as estrelas do mar, que de tantas, chegam a formar verdadeiras constelações.    

Um sininho de cristal chama a deliciosa cerveja, a saborosa “anchova na canoa” ou pode nos derramar o pó de “Pirim-pim-pim” nos fazendo viajar à “Terra do Nunca”.

Outra parada obrigatória acontece no cais da Praia de Freguesia de Santana do Leste de onde se tem acesso a quatro praias idílicas e a monumental Igreja de Sant’Ana (avó de Jesus), erguida em 1796 e que em 1802 passou à categoria de Matriz. No átrio da igreja estão espalhados diversos túmulos com singelos anjos a lhes proteger a eternidade.

Das quatro praias que compõem o cenário, duas ficam à direita. A primeira delas é a que você chegou (Freguesia de Santana do Leste). A segunda é a Praia da Baleia, que fica mais à direita e não é visível deste ponto. Para alcançá-la, basta seguir por uma trilha que contorna o mar até chegar na fronteira com a Ilha dos Macacos. As outras duas ficam do outro lado, passando pela igreja e seguindo uma trilha até a Praia de Baixo. No final desta praia começa a trilha que dá acesso à Praia da Grumixama. Tão transparente, que não se não fosse o movimento das águas não daria para distinguir onde termina a areia do fundo e começa a da praia.

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